O governo e a CGD, tão lestos a resolver os problemas de dois pequenos bancos injectando largos milhões de euros salvando assim meia dúzia de nababos especuladores, estão a permitir que uma cadeia de supermercados que dá emprego directo e indirecto a cerca de 800 pessoas feche portas por o banco do Estado não pretender injectar um milhão e duzentos mil euros na cadeia de supermercados Ali super, deixando assim aquelas pessoas no desemprego.
Cai assim a máscara por terra dos verdadeiros intentos e das verdadeiras políticas deste governo PS. Uma política de classe, virada para uns poucos em detrimento de muitos.
Quando a CGD injecta em dois pequenos bancos milhões de euros dos contribuintes, muitos deles seus depositantes, para salvar o BPN e o BPP, e rejeita investir uma migalhas numa cadeia de supermercado que dá emprego a cerca de 800 pessoas, deveria deixar todos os portugueses, repito TODOS OS PORTUGUESES revoltados!
O nosso dinheiro serviu para salvar uns banqueiros incompetentes, uns especuladores financeiros que muito ganham e nada produzem, fazendo dinheiro com dinheiro sem este passar pelo sector produtivo, e não serve para defender postos de trabalho?
É isto que o PM defende para o nosso País?
É esta a solidariedade que ele tanto fala? Solidariedade com os banqueiros, especuladores e com quem muito tem, isso sim.
Para os trabalhadores é sempre apertar o cinto, congelamento de salários, salários em atraso, perda de direitos, precariedade no trabalho, etc.
Paulo «sopas» Amaral
Mostrar mensagens com a etiqueta CGD. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CGD. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
A CGD e as políticas sociais do Governo
Ontem ouvi no noticiário da noite que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) apresenta duas taxas de juro diferentes consoante os clientes são de risco ou não.
Não sei se por coincidência ou não, na internet esta notícia não merece atenção de nenhum dos sítios noticiosos. A coincidência a que me refiro tem a ver com o facto de o primeiro ministro ter feito ontem também, mais um exercício de auto-elogio das suas políticas sociais (?).
Ora, o contra senso pode ter provocado a ausência da notícia da CGD.
Por um lado o PM elogia-se mais as suas políticas sociais, por outro a CGD, banco do Estado, anuncia uma medida que tem tudo menos a ver com sensibilidade social.
Agora pergunto: Se as taxas de juro mais altas são para os clientes de risco e as mais baixas para aqueles que não apresentam risco, e aqui e segundo a notícia da SIC o risco tem a ver com a segurança no trabalho entre outros factores, então os clientes de risco são a totalidade dos Portugueses que trabalham por conta de outrem pois os arautos do neoliberalismo afirmaram vezes sem conta que trabalho fixo para sempre acabou-se! Portanto pode-se concluir que os beneficiados com as taxas mais baixas são os mesmos que acabam sempre sendo beneficiados pelo Estado, ou seja, os que mais têm e que mais podem.
E acerca disto nem uma palavra do PM e de algum acólito seu.
Políticas sociais, não é Senhor Engenheiro?
Tenha mas é vergonha e pense antes de falar, pois os Portugueses estão fartos das suas pantominices.
Paulo «sopas» Amaral
Não sei se por coincidência ou não, na internet esta notícia não merece atenção de nenhum dos sítios noticiosos. A coincidência a que me refiro tem a ver com o facto de o primeiro ministro ter feito ontem também, mais um exercício de auto-elogio das suas políticas sociais (?).
Ora, o contra senso pode ter provocado a ausência da notícia da CGD.
Por um lado o PM elogia-se mais as suas políticas sociais, por outro a CGD, banco do Estado, anuncia uma medida que tem tudo menos a ver com sensibilidade social.
Agora pergunto: Se as taxas de juro mais altas são para os clientes de risco e as mais baixas para aqueles que não apresentam risco, e aqui e segundo a notícia da SIC o risco tem a ver com a segurança no trabalho entre outros factores, então os clientes de risco são a totalidade dos Portugueses que trabalham por conta de outrem pois os arautos do neoliberalismo afirmaram vezes sem conta que trabalho fixo para sempre acabou-se! Portanto pode-se concluir que os beneficiados com as taxas mais baixas são os mesmos que acabam sempre sendo beneficiados pelo Estado, ou seja, os que mais têm e que mais podem.
E acerca disto nem uma palavra do PM e de algum acólito seu.
Políticas sociais, não é Senhor Engenheiro?
Tenha mas é vergonha e pense antes de falar, pois os Portugueses estão fartos das suas pantominices.
Paulo «sopas» Amaral
Subscrever:
Mensagens (Atom)